O problema que tentamos resolver
Escolher uma consultoria de investimento no Brasil é difícil por um motivo específico: as
palavras não querem dizer o que parecem querer. "Consultor", "assessor", "planejador" e
"especialista" aparecem no mesmo cartão de visita, com registros diferentes na CVM e modelos
de remuneração opostos. Quem paga cada um muda tudo — e é a informação mais escondida.
O Avaliarei começa por aí. A primeira pergunta de toda avaliação nossa não é se a empresa é
boa: é quem a remunera, e o que isso faz com a recomendação que ela vai te dar.
Como trabalhamos
São 30 empresas avaliadas por seis critérios de peso público, com
uma justificativa por nota. Dado regulatório sai da consulta da CVM, não do site da empresa.
Preço e escopo saem do material público, com a data em que consultamos. Quando não existe
fonte, o campo fica vazio e a página mostra um travessão — que significa "não confirmado", e
não zero.
A metodologia está publicada inteira, com os pesos e a
escala. É de propósito: se você discordar de uma nota, quero que tenha onde apontar o dedo.
Como nos sustentamos
Vendendo posições de destaque no topo dos rankings, sempre marcadas como "Parceria paga". O
pagamento não altera nota nenhuma, e empresa com registro suspenso não entra no ranking
mesmo pagando. A página sobre
como ganhamos dinheiro explica o modelo inteiro, incluindo
o que não está à venda.
O que não fazemos
- Não recomendamos onde investir. Avaliamos empresas, não produtos.
- Não usamos rentabilidade passada na nota: ela não prevê o futuro e é fácil de escolher a dedo.
- Não retiramos crítica a pedido da empresa criticada.
- Não publicamos dado sem fonte, nem quando a fonte é a própria empresa dizendo de si.
Errou? Avisa.
Publicar sobre dinheiro dos outros é assumir que a gente vai errar de vez em quando. Quando
isso acontecer, o caminho é a solicitação de correção:
conferimos na fonte e a ficha passa a registrar a nova data de verificação.